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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Comércio eletrônico vende mais que o total de shoppings de São Paulo

E o comércio eletrônico continua com a força toda. A partir de agora, devido a sua crescente importância no varejo, a Fecomercio resolveu incorporar o item e-PCCV às suas pesquisas mensais caracterizando assim, o comércio eletrônico como um segmento do varejo.

No primeiro semestre de 2010, o comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões, valor que supera o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo no período, que foi de R$ 7,2 bilhões.

Enquanto a e-bit espera que o comércio eletrônico encerre o ano de 2010 com um total de R$ 14,3 bilhões em vendas, uma expansão de 25% em relação ao ano passado, a Fecomercio projeta um crescimento de 7% para os shoppings centers de São Paulo.

Fonte: O Globo

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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Sites de compra coletiva explodem na web

Os sites de compra coletiva estão se tornando mais uma poderosa ferramenta da internet, esse conceito criado nos Estados Unidos e recentemente chegado ao Brasil está em franca expansão.

Em cinco meses, mais de dez sites surgiram no país; promoções oferecem altos descontos e têm curta duração

Após a febre das outlets virtuais, é a vez de um novo modo de compra tomar a internet: os sites de compras coletivas.

Nestes serviços, os usuários adquirem ofertas com descontos que podem chegar até a 80%, segundo os anúncios. O modelo é possível pois as ofertas dão preferência a serviços em vez de produtos. Jantares, serviços de estética, de bem-estar e espetáculos estão sempre em destaque.

Quem inaugurou o formato foi o Groupon, lançado em novembro de 2008 nos Estados Unidos. Hoje, a empresa atua em mais de 40 cidades norte-americanas. Em maio, a empresa estendeu seus tentáculos até a Europa ao comprar o MyCityDeal.

Os descontos são possíveis devido ao número elevado de compradores. Para se efetivar, uma compra precisa atingir um mínimo de interessados, que pode variar de 20 até 100 pessoas ou mais, dependendo da oferta

É o mesmo sistema de compra em escala utilizado por magazines e megaredes, porém, feito por cidadãos comuns por meio da internet

A fim de atingir as metas, os próprios compradores se empenham em fazer propaganda das ofertas via redes sociais, como Twitter, Facebook e Orkut. As promoções tem um tempo limite que, geralmente, varia entre um e dois dias.

Caso o número seja atingido, todos os compradores recebem um cupom que dá direito a usufruir do serviço. Em caso negativo, eles têm o valor ressarcido no cartão de crédito. Dependo da parceria, os sites promocionais lucram entre 40% e 50% sobre o valor das vendas.

 
No Brasil

Quem estreou o formato no Brasil foi o Peixe Urbano em março deste ano. Criado por Júlio Vasconcellos (que permaneceu dez anos no Vale do Silício trabalhando em start-ups), o site atua hoje em mais oito cidades: São Paulo, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Campinas e Niterói.

O modelo soou tão promissor que logo foi copiado por outros empresários. Cinco meses após o start, já são mais de dez sites, como Clickon, Imperdível, Coletivar, Agrupe, Clube Urbano, Wego, Oferta Única etc.

O segmento ganhou até um agregador próprio, o Zipme, que reúne as promoções publicadas nos serviços.

"Temos uma média de 15 mil usuários únicos por dia. Além disso, 800 pessoas se cadastram em nosso mailing diariamente”, diz Wroclawski, sócio também do Zipme.

Apesar da euforia dos empresários, é provável que a bolha logo se estoure, forçando alguns serviços a fecharem suas portas.

“Já vemos por aí que alguns desses sites estão perdendo o fôlego. Acho que a tendência é que dois ou três serviços se estabeleçam a nível nacional, além do fortalecimento de algumas alternativas locais”, diz Vasconcellos, fundador do Peixe Urbano, que estima ter proporcionado aos seus usuários uma economia de cerca de R$ 10 milhões em cinco meses de funcionamento.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Aeroportos caem nas graças do Twitter

O Twitter é uma ferramenta de comunicação rápida e econômica. Por isso, vem ganhando adeptos mundo afora – de artistas e bandas a multinacionais, passando por agências de viagens e, agora, aeroportos. Sim, até eles se renderam às facilidades do universo tecnológico. No exterior, os passageiros acessam os microblogs dos aeroportos para obter dados sobre voos, escalas, conexões e outros serviços. No Brasil, a iniciativa ainda está a passos lentos. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) é a que está mais atenta aos benefícios do uso do Twitter e mantém as postagens referentes aos aeroportos que administra em todo o país.

A AirGate Solutions, empresa especializada em desenvolvimento de ferramentas úteis para aeroportos em redes sociais, apresentou recentemente um levantamento e detectou que a partir de março deste ano houve um aumentou de 26% do total de aeroportos no Twitter. O ranking é liderado por Manchester, no Reino Unido. Em segundo lugar está Heathrow, na capital britânica, seguido por Boston e Baltimore-Washington, nos Estados Unidos. O aeroporto inglês de Gatwick ocupa a quinta posição.

Em nota, a companhia disse que a avaliação considera o comparativo entre o número de seguidores no Twitter em relação ao total de passageiros nos aeroportos. Conforme a AirGate Solutions, Manchester foi o primeiro a lançar-se nessa mídia alternativa, em fevereiro do ano passado. Hoje, o aeroporto possui dez mil seguidores. A entidade organizadora do ranking avalia que cada vez mais organizações se dão conta da progressiva eficiência da utilização desse microblog para conectar-se com seu público.

Adesão

A Infraero aderiu ao Twitter como uma forma de expandir seus canais de comunicação, encontrando na rede social uma forma de ampliar a divulgação de ações e propostas da empresa, de acordo com sua assessoria de imprensa. O endereço da Infraero no microblog é @canalinfraero. Foi lançado em julho e até o início deste mês contava com 490 seguidores. As mensagens são relativas aos 67 aeroportos da rede. Conforme a assessoria, a integração tem sido bastante positiva. A responsável pelas postagens é a equipe da gerência de imprensa, ligada à superintendência de marketing e comunicação social.

A princípio, os seguidores têm acesso a informações sobre divulgações pontuais e atualizadas da empresa ou de um dos aeroportos. Para obter dados sobre voos, atrasos, bagagens e vacinas, o usuário precisa consultar o site oficial da Infraero (www.infraero.gov.br).

Por conta do pouco tempo de existência, a comparação entre o portal e o Twitter pode parecer injusta, mas para algumas empresas o microblog ainda precisa ter mais divulgação. O supervisor do serviço da operadora Flot, Marcelo Novais, não se entusiasma tanto com essa rede social.

“Postamos promoções, mas parece que as pessoas ainda usam pouco. É mais comum ver o cliente utilizando o microblog depois que fez a viagem.” Para ele, o número de acessos e interação em comparação ao site é bem diferente. “É impressionante, enquanto o Twitter está com 5% dessas visitas, o endereço eletrônico é muito utilizado”, analisa.

Sem desistir dos recursos tecnológicos, Novais também mantém o perfil da empresa no Facebook e no Orkut. Assim, entende-se que tudo o que aparecer para ajudar na divulgação será bem-vindo entre as prestadoras de serviços.

Brindes

A operadora Interpoint Viagens e Turismo possui três perfis no Twitter para dar conta de todas as novidades de seus tweets (textos com até 140 caracteres postados no microblog). Um trata exclusivamente das promoções, com 315 seguidores; outro de dados sobre a prática de esqui, com 717 usuários; e o terceiro de informações no Brasil, com 419 internautas. A assessoria de imprensa explica que essa rede social vem ampliando o número de acessos no site da empresa.

A Interpoint costuma colocar em seus posts o link para o portal. Assim, a visita é automática e o seguidor consegue ver os roteiros e ofertas da operadora.

O paulistano Vitor Tibério Sales Soares, de 21 anos, usa o Twitter há apenas quatro meses e ficou contente porque, em agosto, ganhou um brinde (uma mochila) da empresa ao participar de uma promoção on-line. Animado, ele indicou esse microblog ao irmão, que acabou ganhando um presente. Atento às mídias sociais, Vitor retransmite as mensagens que julga interessantes e quer ganhar mais mimos das empresas que estão na internet.

Fonte:

Áurea Fortes
Agência BOM DIA

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Qual a importância do logotipo para o sucesso de um negócio?

Escolher o logotipo de um empreendimento é mais ou menos como escolher a roupa que você vai vestir: se quer impressionar alguém. O logo é a cara da sua empresa. É ele que vai representar seu negócio durante a conquista de clientes.

É fundamental que o logotipo seja criado de forma correta, de modo que permita uma boa comunicação, capaz de fazer com que, sempre que o virem, os clientes se lembrem do seu negócio. Definitivamente, que seja sua marca.

É importante que você já tenha em mente o que quer desenvolver e saiba procurar pessoas bem qualificadas para colocar suas ideias em prática. Se possível, faça pesquisas com o seu público-alvo para descobrir o design mais apropriado.

 
Fixação da marca

Quando é criado um logo, também é o início da fixação da sua marca com os consumidores. Eles aprenderão a associar aquele logo com os produtos ou serviços desenvolvidos pela sua empresa e esse é um ponto especial.



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