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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Sebrae mostra experiência interativa por meio de jogos

A instituição disporá de máquinas com situações que simulam problemas e apontam soluções empresariais, durante o 4º congresso Brasileiro de Inovação na Indústria




Empresários que forem ao 4º Congresso Brasileiro de Inovação na Indústria, nesta quarta-feira (3), em São Paulo, poderão participar de jogos que simulam problemas e soluções empresariais desenvolvidas pelo Sebrae. Promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o congresso reunirá empresários e especialistas nacionais e internacionais, ministros e a presidente Dilma Rousseff. O objetivo é debater a Agenda Empresarial da Inovação no país.

Conforme a analista de atendimento coletivo na área de indústria do Sebrae, Juliana Ferreira Borges, a ideia das simulações é oferecer a esse público oportunidade de interagir com o universo de soluções produzidas pela instituição. Isso ocorre por meio de história-jogo em um estande de alta tecnologia, no qual os participantes assumem papéis e interagem para experimentar e superar desafios enfrentados diariamente por micro e pequenos empresários. "Proporcionando emoção audiovisual, o Sebrae mostrará como tem inovado todo dia e como é nosso trabalho para prover soluções de gestão, inovação e sustentabilidade às micro e pequenas empresas", explica Juliana.

As simulações serão feitas em três mesas multitoque e durarão em média seis minutos por participantes. "A base da experiência oferecida quer gerar emoção, socialização e interatividade com as soluções desenvolvidas pelo Sebrae,", diz a analista, explicando que o objetivo é despertar o interesse do público para essas soluções. "Para prover competências que levam as micro e pequenas empresas a desenvolver inovação e sustentabilidade em seus negócios".

Boas práticas

Estarão em debate formas de inovar e competir, mobilização empresarial pela inovação, o papel do setor privado e obstáculos na área e formas de apoio incluindo apresentação de boas práticas. O evento tem o apoio do Sebrae. "São debates importantes para identificar oportunidades que possibilitem a formulação de soluções na área de inovação para os pequenos negócios", avalia a gerente adjunta da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia da instituição, Magaly Albuquerque.

De acordo com a assessoria da CNI, no evento será entregue à presidente Dilma Rousseff um documento com reivindicação dos empresários sobre ampliação de "investimentos em tecnologia e desenvolvimento de produtos, processos e serviços". O congresso será realizado em São Paulo, no Sheraton WTC. A abertura está marcada para as 9h.

Prêmio

Na noite desta terça-feira (2), também no Sheraton WTC, em São Paulo, a CNI promove a entrega do Prêmio Nacional de Inovação. Serão premiadas oito empresas em duas modalidades: Média e Grande Indústria e Micro e Pequena Indústria, nas categorias de Gestão da Inovação, Competitividade, Design e Desenvolvimento Sustentável. 


Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Como transformar Twitter, Orkut e Facebook em verdadeiras máquinas de sucesso

Veja dicas de especialistas na área e algumas ações de empresas que utilizaram as redes sociais corporativas para divulgar seus negócios e conquistar mais clientes





Há tempos, as redes sociais são apontadas como uma tendência para complementar as ações empresariais. Mas o fato é que essa tendência está a cada dia se transformando em realidade. Uma pesquisa realizada recentemente pelo instituto Nielsen Ibope revelou que 86% dos usuários brasileiros de internet navegam em blogs e redes sociais.

O fato é que ter um perfil no Twitter, Facebook, Orkut ou LinkedIn deixou de ser apenas passatempo e conquistou um novo público. Hoje, empresários, candidatos, empresas, meios de comunicação, usam esses canais como uma ferramenta para informarem e serem informados. 

Para Cristiano Miano, sócio diretor da DigiPronto, agência que atua há mais de 10 anos em estratégias vencedoras na internet, as redes sociais se tornaram excelentes meios para medir as estratégias de uma empresa. "O Twitter, por exemplo, pode ser um grande observatório, assim como pode ser um palco para conversas entre empresas e consumidores. Também podem fazer o acompanhamento das marcas, produtos e assuntos relacionados a elas". 

Vitor Elman, diretor de criação da Cappuccino, empresa especializada em ações corporativas para comunicação digital, indica que nesses canais as marcas devem ser sempre transparentes com o público. "Não adianta mais você querer falar bem de um produto que não é. A via é de mão dupla e a resposta do consumidor é imediata". Para Elman, dar atenção ao consumidor é um fator decisivo para o sucesso. "As pessoas compartilham sentimentos e experiências e estão ávidas por relacionamentos. Quanto mais humana for sua marca, melhor", ressalta o executivo. 

Cases na redes

O diretor de criação da Cappuccino indica que saber o objetivo da ação deve nortear a estratégia utilizidada nas mídias sociais. "Um exemplo é nosso caso com o cliente Mucoangin. Nosso objetivo era aumentar as vendas e associar a marca com a dor de garganta. Para isso, criamos uma ação que monitora quem menciona 'dor de garganta' no Twitter e respondemos essas pessoas com uma mensagem calorosa de conforto nesse momento chato, além de chamarmos para visitar um endereço na Internet", destaca Elman.

O executivo explica que ao mesmo tempo foi criada uma sala de tratamento personalizada com um boneco animado que possui a foto do Twitter do usuário, uma simulação do tratamento, dicas de melhorar as dores e opções de compartilhamento com os amigos. Vitor Elman explica que em um mês de ação, o site atingiu mais de 32 mil participantes, as vendas do produto cresceram em 90% e obteve mais de 1500 citações espontâneas no Twitter. Conheça a ação aqui. 


Datas comemorativas

Datas comemorativas também são geralmente aproveitadas para ações variadas com o consumidor. Um exemplo foi o Melhor da Vida, empresa pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, que aproveitou o potencial das mídias sociais para alavancar as vendas e divulgar sua marca no Dia dos Pais. Para isso, promoveu o concurso cultural "Dia dos Pais EMOÇÃO", além de promoções especiais para os seus seguidores no Twitter, Orkut e Facebook. O resultado foi o aumento em 33% nas vendas comparado ao mesmo período do ano anterior.



Existem boas práticas para uma empresa se destacar frente aos concorrentes com a utilização das redes sociais. Baseado em casos do mercado, veja algumas receitas indispensáveis para utilizar essas redes corporativas apontadas pelo diretor de criação da Cappuccino,  Vitor Elman :

Transparência: É extremamente importante ser transparente com seus consumidores e com agentes formadores de opinião do meio como administradores de comunidades, etc. Estamos na época da transparência na relação entre marca e consumidor. Nessa época não é possível querer falar bem de um produto que não é, porque a via de mão dupla faz a verdade vir a tona (é só conferir o caso da United Airlines).

Contexto: O Twitter é uma ferramenta onde o usuário segue quem quer. Ele tem o comando. No caso de redes sociais, a segmentação é um diferencial importantíssimo. Mas ao trabalhá-la sua mensagem tem que ter total coerência com o que o usuário / consumidor está esperando.

Engajamento: Essa é uma prática que serve para toda ação bem feita. Mas em redes sociais temos um ambiente mais aberto, pessoas mais disponíveis a se engajar. Uma ação que dê um estalo, um momento de epifania, ou que seja uma experiência inesquecível e contagiante, em uma rede social, tem o fator boca a boca elevado à quinta potência.

As ferramentas já estão lá, a um clique para comunicar à toda a sua rede de contatos. É o que faz aplicativos sociais, ações de relacionamento e até mesmo anúncios (Sim!! Anúncios! No Facebook, por exemplo, você pode "Curtir" um anúncio, compartilhando com todos os seus amigos).

Frequencia: Antes de iniciar qualquer ação de relacionamento em redes sociais é preciso avaliar se você terá 'musculatura' suficiente para mantê-la. Não adianta criar um perfil no Twitter, por exemplo, conseguir diversos seguidores com promoções se, no final, você não terá conteúdo para mantê-los. É aí que entra a frequência de posts, twittadas, etc. Ela é essencial para o sucesso do relacionamento e da fidelidade do seu consumidor. Ela deve ser balanceada para não ser uma cachoeira de informação e não ser tão escassa que pareça falida. Existem até pesquisas de melhores horários para se Twittar (veja o estudo aqui.

Personalização: Uma grande vantagem de redes sociais é a comunicação "one to one", cara a cara mesmo. Quanto mais a marca assume um caráter humano e mais próximo, maior o estreitamento da relação com o consumidor e maior o sucesso dela com esse público. Saber ouvir o que está se falando, interpretar e utilizar isso seja em uma sincera resposta, seja aplicando em uma implementação de um produto ou até para sua campanha é um diferencial muito importante. É o caso da Old Spice, que, através de vídeos personalizados com o protagonista do comercial da marca respondendo diretamente às menções de usuários no Twitter, criou um dos maiores casos de sucesso das mídias sociais, confira aqui.


Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Classe C invade e-commerce, indica levantamento

Em 2009, 44,6% do total de e-consumidores do mercado pertenciam à classe C


O público de baixa renda vem ganhando cada vez mais espaço no e-commerce brasileiro. De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações do setor, 61% dos novos entrantes no primeiro semestre de 2011 possuem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil.

Nos últimos anos, a entrada desse público no comércio eletrônico aumentou de forma significativa, comprovando que o consumidor das classes menos abastadas está conectado e fazendo suas compras via web.
Para se ter uma ideia do avanço, em 2009, 44,6% do total de e-consumidores do mercado pertenciam às classes C, D ou E. No primeiro semestre de 2011, esse mesmo número subiu para 46,5%, o que corresponde a aproximadamente 5 milhões de novos consumidores durante esse intervalo de tempo.
"O crescimento da baixa renda no e-commerce é relevante e deve continuar em evidência para os próximos anos. Percebemos que esse consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor agregado como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos de informática. A partir dessa primeira experiência, muitas vezes parcelada em 12 vezes sem juros no cartão de crédito, esse indivíduo passa a considerar a internet como novo canal de compras no seu repertório de opções", avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.
Um dos fatos que comprovam as compras de produtos mais caros por parte desses consumidores é o tíquete médio elevado. Apesar de possuírem uma menor freqüência de compra e menor renda, o tíquete médio registrado no primeiro semestre de 2011 foi de R$ 320,00, contra R$ 355,00 do total de compradores da internet.
Ao analisar apenas as pessoas dessa faixa de renda que fizeram sua primeira compra no mesmo período, o valor médio é ainda maior: R$ 340,00. Já em 2009, os novos consumidores dessa classe social gastaram R$ 330,00, em média, por compra. É relevante destacar a maioria feminina desse novo consumidor. Ao longo dos seis primeiros meses de 2011, 55% dos novos entrantes da Classe C pertenciam a esse gênero.
No que diz respeito à idade, 24% dos que fizeram a primeira compra, possuíam entre 35 e 49 anos – faixa mais representativa também para o comércio eletrônico como um todo. Ainda de acordo com dados da pesquisa, 22% dos consumidores possuíam ao menos o ensino superior completo, enquanto que 78% não possuíam ainda graduação. A região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de baixa renda - 64% do total - seguida das regiões Nordeste e Sul com 14% e 12%, respectivamente.
Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Segurança: 5 dicas para você não ser vítima de golpes por email

Links anexos, arquivos que devem ser baixados e outra miríade de artifícios fazem parte do arsenal de cibercriminosos.

A técnica de tentar infectar uma máquina com base em emails contendo arquivos anexos ou tentando se passar por outra pessoa é quase milenar. Ainda assim, e possivelmente por força de sua permanência no meio digital, essas técnicas foram refinadas e passam a representar um perigo maior do que o de anos passados.
Segundo o departamento para emergências de informática dos EUA (US-Cert), os emails do tipo phishing foram responsáveis por 53% dos incidentes de segurança na América do Norte, em 2010.
Ocorre que os ataques via email da atualidade são feitos sob medida para atingir um determinado usuário dentro de uma organização específica. Depois da recente invasão e do furto de dados de clientes ocorrido nos servidores da Epsilon, especialistas sugerem a clientes de bancos que se preparem para uma onda de ataques baseadas nas informações obtidas no ataque.
Os dias em que phishers (quem envia os emails falsos) mandavam uma centena de emails iguais para várias caixas de entrada e com mensagens sem o mínimo de personalização ou lotadas de erros de grafia são – quase – página virada na história. Os criminosos digitais perceberam que com um pouco mais de trabalho e levantamento de informações sobre a vítima, é possível armar esquemas que passam confiança aos olhos do usuário menos experiente. Afinal de contas, infectar uma máquina é suficiente para comprometer a segurança de toda a rede corporativa.
“Vemos cada vez mais cenários em que dois ou três emails são enviados contendo arquivos maliciosos”, avisa Jim Hansen, da empresa de segurança digital PhishMe.
Com o objetivo de oferecer aos usuários uma forma de se defenderam desse tipo de ataque, a PhishMe desenvolveu um treinamento que visa mudar o comportamento das pessoas em casos de eventuais ataques via phishing email.
Veja quais são as dicas:
Ceticismo é bom
Tenha sempre prontas as perguntas: de quem veio esse email? “Casos seja alguém desconhecido, as chances de ser uma mensagem absolutamente inútil/maléfica são grandes”, adverte Hansen. Sempre vale a pena investigar o domínio de envio do email no Google antes de prosseguir na abertura da mensagem. O domínio é toda a parte que fica do lado direito da @. Exemplo: atendimento@dominio22997765.com.br
“Sei que somos, todos nós, pessoas bastante ocupadas, mas não custa prestar atenção na hora de verificar seus emails”, completa.
Com anexos, todo cuidado é pouco
“Se, ao abrir um email, você for orientado a fazer o download de arquivos – sejam estes de qual natureza forem – não o faça”, adverte Hansen. Para ele, na melhor das hipóteses, o usuário receberá uma dúzia de mensagens irrelevantes, poucas horas depois de abrir os anexos. “Já na pior”, continua Hansen, “você estará abrindo o seu computador para um hacker”.
Não interessa se a mensagem for enviada por alguém desconhecido ou alguém que você conheça bem – confirmar com a pessoa o envio, antes de abrir, o anexo, é fundamental.
Ignore instruções – sejam estas quais forem
“Cada vez que uma mensagem instrui um usuário a realizar uma ação, vale a pena dobrar o cuidado com essa mensagem”, diz Hansen. Para o consultor, se uma coisa parece boa demais para ser verdade, é mentira.
“Normalmente, o criminoso apela para uma tática baseada em dois princípios: recompensa ou autoridade”, diz.
Nos golpes em que o hacker tenta se passar por uma autoridade, ele irá tentar persuadir o usuário a tomar alguma medida em nome de um órgão ou departamento de Estado ou da própria empresa. A mensagem pode dizer que seu computador está infectado, e que você deve clicar imediatamente em um link para executar a desinfecção automática do computador. Em outra modalidade, na mesma linha, a mensagem diz ser do RH e pede que você complete um formulário online. Existem, ainda, os casos em que quem envia a mensagem afirma ser de seu banco e que sua conta corrente fora invadida, em seguida irá pedir para o usuário confirmar seus dados, incluindo a senha.
Nos casos em que são oferecidas recompensas, existe uma miríade de golpes. Desde prêmios em dinheiro, a iPads – todas vão requerer que o usuário complete algum formulário obscuro.
“Não dê atenção a essas tentativas”, adverte Hansen.
Verifique o link
Para onde aponta o link da mensagem? “Quase todas as mensagens malintencionadas apresentam um link em que o usuário é persuadido a clicar”, diz Hansen. Apesar de teoricamente esse link apontar para sua conta no Facebook ou sua conta bancária, o destino desse atalho pode ser bem menos relevante que isso.
A maneira mais fácil de descobrir a autenticidade do atalho é encostar com o mouse em cima do link e observar, no rodapé da janela de navegação ou do cliente de email, para onde esse link realmente aponta.
Possivelmente, o atalho exibido mostre um número IP, como 192.168.1.1 – já é um bom indicativo de que você não vai gostar do que se esconde atrás desse atalho.
Ainda: com a popularização de encurtadores de URL como o bit.ly, ficou quase impossível descobrir o real destino do link na mensagem. Existe, porém, uma maneira de verificar o destino do atalho: Copie o link encurtado, que deverá se parecer com bit.ly/ju897897hyt e cole-o na barra de endereços do navegador, adicionando um sinal de adição ao seu final. O resultado final será bit.ly/ju897897hyt+. Ao pressionar enter depois de inserir esse atalho, o usuário é levado até a página do encurtador, onde poderá verificar o destino do link, sem correr qualquer risco. Nessa página, também verá quantas vezes o link foi clicado desde sua criação. Saiba que se for, de fato, um atalho para uma página de banco ou sua página do Facebook, o número de cliques deverá ser zero.
Lembre-se do telefone
Faz tempo que não usa seu telefone para sua finalidade original, não faz? Bem, para muitos de nós, esse método arcaico de comunicação remete aos tempos da inquisição. Mesmo assim, tem sua utilidade nos dias de hoje.
Hansen sugere: “se você desconfia da autenticidade da mensagem e, ainda assim, ela urge que você tome uma atitude, passe a mão no telefone e ligue para a pessoa que – em tese – lhe enviou essa mensagem. Sim, se preferir pode mandar uma mensagem texto pelo telefone”.
(Joan Goodchild)