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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Uso corporativo das mídias sociais: ainda há dúvidas?



Apesar de mais da metade dos brasileiros utilizarem as redes sociais online e canais como Facebook, Orkut e Twitter já estarem estabelecidos no Brasil, ainda há muitas empresas que hesitam em participar oficialmente desta movimentação, perdendo, assim, a oportunidade de estabelecer relações relevantes com seu público-alvo.

No ambiente online os consumidores podem opinar sobre suas escolhas, trocando informações e impressões que não se restringem mais a barreiras geográficas ou sociais, aumentando a visibilidade das empresas no dia a dia do consumidor. Por consequência desta percepção, os investimentos em marketing digital aumentaram e para se destacar mais do que nunca é preciso inovar.
Quando falamos sobre redes sociais, o ponto mais importante é justamente a compreensão de que elas são ambientes de relacionamento. Esse é o grande objetivo do mundo corporativo participar desta movimentação. Para tanto, manter os perfis atualizados, utilizar uma linguagem direta, retornar aos questionamentos e planejar ações para contornar insatisfações ou objeções são itens indispensáveis para que essas ações sejam de fato produtivas. Estar presente apenas para manter um canal social sem uma atuação planejada e sem fornecer conteúdo relevante para o público-alvo, dificilmente conquistará o consumidor.
Para fundamentar a atuação nas mídias sociais, alguns pontos devem ser avaliados e planejados pelas corporações:

- Quais os canais adequados para cada negócio.

- Quais as características de cada um deles para adequação de linguagem.

- Quais os objetivos a serem atingidos com esta atuação.

- Como a concorrência já está atuando.

- O que o consumidor espera ouvir da marca nas mídias sociais.

O monitoramento constante e a avaliação da repercussão dessas ações permitem basear toda esta atuação e direcionar os próximos passos para a formação de uma imagem sólida junto ao público-alvo. Desta forma, as vulnerabilidades podem ser identificadas e efetivamente transformadas em oportunidades, viabilizando o processo de fidelização da rede de consumidores e fortalecendo a imagem de transparência das instituições.

Fonte: www.administradores.com.br

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Email marketing é a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras


Recentemente, a SeeWhy Software divulgou um estudo com base em 60.000 transações realizadas em sites de e-commerce nos Estados Unidos, que constatou que a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras foi o Email Marketing.

Este estudo mostra que mais de 50% dos acessos em sites de e-commerce têm como origem uma campanha de email marketing. Quando se trata da conversão de visitas em compras online, o email marketing tem uma representatividade ainda maior, com 67% do total.


Estes números só afirmam que o Email Marketing é o canal mais indicado para se investir. Isso não significa que redes sociais, por exemplo, ou outros canais digitais não sejam relevantes, mas os investimentos com outras mídias não trazem resultados tão expressivos.


No caso das redes sociais, acredito que são um importante complemento quando se trata de “vender pela internet”. Provavelmente a maioria do público que você deseja atingir usa as redes sociais como meio para falar com amigos ou até estabelecer contatos profissionais. Essas pessoas talvez acessem as redes o tempo todo e em todo lugar. Mas usar as redes sociais para ser o carro chefe da sua campanha é um erro!

Usar apenas o Facebook para postar as novidades de seu e-commerce, por exemplo, não vai garantir um resultado efetivo, pois você não terá controle de quantas pessoas realmente abriram ou clicaram na sua mensagem. Mais importante: no Facebook, você não vai conhecer a preferência pessoal de cada um que clicou em determinado link.

Através de uma campanha de email marketing é possível avaliar o interesse de seu público em determinado produto ou oferta. E o melhor, você consegue conhecer sua base de contatos, e pode melhorar a comunicação e o relacionamento com cada destinatário. Isso é estabelecer um relacionamento relevante por meio da segmentação.

E-commerce aliado ao email marketing: um mundo de oportunidades

Por meio da segmentação, é possível criar campanhas específicas para atrair novos compradores e, além disso, fidelizar seus clientes atuais. É possível avaliar o interesse de sua base por meio dos cliques no email marketing. Imagine que em uma determinada campanha, grande parte dos cliques foi realizada em produtos de beleza feminina. Por que não montar um segundo email marketing apenas com produtos deste tipo, divulgando novas marcas, novas oportunidades e promoções?

Mensagens direcionadas tendem a ter mais resultados. Afinal, você preparou a mensagem com produtos nos quais sua base de contatos segmentada realmente tem interesse!

Com a análise de cliques em sua peça, é possível filtrar quem se interessou por determinado produto e até mesmo quem iniciou uma compra em seu site e não concluiu. Um ponto muito importante é ficar de olho nos carrinhos abandonados, e montar uma estratégia para abordar as pessoas que, por algum motivo, desistiram da compra. Ações de email marketing são indispensáveis para recuperar carrinhos de compra abandonados.

Além da análise do email marketing, fique atento aos relatórios do seu e-commerce. Eles devem estar estruturados para fornecer a rotina dos usuários quando estão logados em seu site. Quando seu e-commerce está preparado para este tipo de armazenamento de dado, é possível filtrar quais usuários não concluíram uma compra, usuários que clicaram em diversos produtos, mas não compraram nenhum e também os produtos mais procurados. Depois desta análise, é hora de montar um email marketing recheado de novidades e de atrativos para estes usuários, pois você já sabe pelo que eles se interessam.

E para finalizar, indico um texto muito relevante, cujo o tema é “O email marketing não vai acabar”. (emailmarketing.virid.com.br/entrevistas/o-email-marketing-nao-vai-acabar/> Uma das principais afirmações deste texto é: “o email marketing tem potencial para substituir todo o ciclo de atendimento de uma empresa, e absorver todo o processo de venda, pagamento e retirada, além de poder ser usado na logística de entrega e no pós-venda. É quase um mecanismo vivo, que se atualiza conforme as necessidades de cada cliente”. Assim, e-commerce e email marketing sempre caminharão juntos para gerar bons resultados!


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Usando vídeos em uma loja virtual



Os vídeos nas páginas de detalhes de produtos são uma maneira bastante eficiente de atrair mais clientes e fechar vendas em uma loja virtual. É uma ótima ideia para consolidar ainda mais a sua linha de produtos. Por isso, sempre recomendo o uso de vídeos para quem deseja ter um e-commerce de impacto e alta taxa de conversão.


É fato que as pessoas preferem muito mais “ver” do que “ler” e por isso a comunicação através de vídeos é muito mais eficiente em qualquer ambiente, seja ele físico ou virtual. Além do fato dos vídeos em uma loja virtual facilitarem a compreensão do produto, eles também ajudam o trabalho de otimização para ferramentas de busca – SEO, já que vídeos de boa qualidade e bem otimizados indexam muito bem no Google quando colocados no YouTube. De quebra você ainda faz um marketing nas mídias sociais.


Algumas dicas para vídeos no comércio eletrônico: Usar um vídeo na página de descrição de produtos pode aumentar a conversão em até 30% como apontam algumas pesquisas, mas isso não acontece do nada. Algumas precauções devem ser tomadas. São pequenas regras que ao serem seguidas vão garantir um vídeo de produto com um elevado potencial de aumento nas vendas no seu comércio eletrônico.

Considere o público alvo da sua loja virtual: Produza vídeos em um formato e linguagem que se identifique com o seu publico consumidor. Se você quer convencer alguém, deve falar a mesma língua que essa pessoa. Crie um ambiente e envolvimento visual que se identifique diretamente com o seu consumidor em potencial.

Seja positivo em seus vídeos: Pessoas compram satisfação. Por isso, produza “vídeos alto astral” onde o consumidor se sinta estimulado a comprar o produto em sua loja virtual. Narrações enfadonhas e desanimadas não funcionam como argumento de venda. Também se deve tomar cuidado para não exagerar no entusiasmo, para não ficar parecendo aqueles infomerciais que aparecem na TV a cabo. Ser realista quanto as qualidades do produto e positivo na apresentação é o melhor caminho.

O vídeo não substitui o texto em um e-commerce: O vídeo não substitui a descrição do produto em um texto. Embora muitas pessoas prefiram assistir a um vídeo, há um outro grupo de compradores que preferem ler sobre um produto primeiramente ou estão em um local que não é propício para aumentar o volume. Assim, o vídeo deve sempre acompanhar um texto descritivo servido como complementação da descrição na loja virtual.


Não crie vídeos muito longos: Não produza vídeos com mais de um minuto de duração. Esse é o tempo médio de retenção do YouTube. O processo decisório da compra em uma loja virtual é muito rápido, portanto, mais do que isso pode até mesmo aumentar a taxa de rejeição da loja. Se você achar que é realmente importante ter mais do que esse tempo para demonstrar o produto, divida o vídeo em partes.


Produza vídeos de qualidade: Tenha cuidado na produção. Assim como as fotos de produtos em uma loja virtual devem ser da melhor qualidade possível, os vídeos também. Um vídeo mal produzido ou com baixa qualidade de imagem, pode gerar desconfiança no consumidor.

Não exagere nos efeitos: Você está produzindo um vídeo de demonstração e não um filme para competir com o Spielberg. Não exagere nos efeitos, filtros e transições. Os pacotes de edição de vídeo oferecem uma infinidade de efeitos especiais, mas tenha em mente que você está apenas apresentando um produto em sua loja virtual, portanto, no critério efeitos especiais, neste caso, menos é mais.

Não mencione o preço no vídeo do produto: O vídeo não é o lugar ideal para informar o preço em uma loja virtual. Deixe essa parte da informação para o texto. Além do mais, no caso de você ter que alterar o preço, não precisará editar o vídeo ou regravá-lo.

Jogue o vídeo no YouTube: Não deixe o vídeos hospedado em seu provedor, jogue ele no YouTube. Além da economia na banda de transmissão do seu plano de hospedagem, você estará criando material para seu marketing nas mídias sociais. Considere a hipótese de criar uma Canal para sua loja no YouTube.

Os internautas procuram cada vez mais informações sobre os produtos que compram em lojas virtuais e por isso cabe a você fornecer, da melhor forma possível essas informações. Em nosso curso sobre criação de lojas virtuais sempre digo que o e-commerce mudou de patamar. As questões técnicas referentes a TI já não são mais obstáculo. A disputa agora está na capacidade de comunicação e convencimento e o uso de vídeos nas páginas de detalhes de produtos é certamente uma das armas mais eficientes.

Fonte: http://ecommercenews.com.br

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A Sopa de Letrinhas do E-commerce



É comum falarmos em qualquer ambiente sobre comércio eletrônico, mas muita gente que está começando muitas vezes não entende alguns termos que já estão cunhados neste meio. Desses termos existem alguns que são fundamentais para o entendimento e auxiliar no momento de executar as escolhas certas.


Plataforma – É ambiente onde a loja virtual será executada. Cada plataforma contém características únicas e comuns ao mercado virtual. Existem vários tipos: “Código Aberto”, “Aluguel” e “Próprias”.

Gateway Pagamento – Esse é o canal que será utilizado para realizar as transações financeiras (recebimento de pagamentos) da loja virtual.

Back Office – São todas as rotinas e processos administrativos da loja virtual. Normalmente as plataformas já constam com esse módulo acoplado na loja virtual, para que seja possível o acompanhamento dos pedidos e a administração de produtos, promoções, etc.

ERP – É a ferramenta de gestão empresarial. Será através dessa que a empresa gerenciará fluxos de caixas, emissão de nota fiscal, controle de estoque, controle de depósitos. Para facilitar a troca de informações é essencial que esteja integrado ao Back Office da loja virtual.

Data Center / Host – Local onde ficará armazenada a loja virtual para que seja possível qualquer pessoa da internet acessar. Uma das características mais importante é garantia de estabilidade e disponibilidade da loja.

Test A/B – São testes comparativos entre duas versões (condições) e sendo eleita há mais eficiente conforme os critérios definidos.

SSL / HTTPS – São certificados e protocolos que oferecem a usuário de internet uma garantia que os dados transferidos entre o computador e loja estão seguros.

ROI – É retorno sobre o investimento, normalmente é utilizado para medir a eficiência de campanha de propagadas na internet (Google Adwords).

Chargeback – É a fraude na utilização de cartões de crédito nas compras online, esses lançamentos são cancelados e o lojista fica sem o direito de receber os valores.

Ticket Médio – Esse é o valor médio das vendas por usuário. É a soma de todas as vendas realizadas dentro de um período e divida pelo número de pedidos realizados.

SEO / SEM – São métodos para garantir a otimização da loja virtual e seus produtos para ser encontrados e destacados pelos motores de buscas (Google, Bing, etc).

UpSell – Componente da loja virtual que oferece produtos com mais vantagens em relação ao produto exibido, elevando assim o ticket médio.

CrossSell – Componente para realizar a venda casada de produtos com oferecimentos de alguma vantagem para o cliente.

CheckOut – Processo pelo qual o cliente irá realizar a concretização da venda online. Pode ser tanto uma única tela como vários passos até a efetiva finalização.

Email Marketing – Comunicar os clientes através e-mail direito sobre promoções, condições especiais. Porém é importante que essa interação permita o “Opt-In/Opt-Out” que nada mais é o cadastramento e descadastramento do recebimento do e-mail.

Google Analytics – Ferramenta para analise e estudo do comportamento dos usuários sobre todas as páginas da loja virtual. É possível a visualização de produtos mais vistos, referências de outros sites, taxas de conversão de vendas.

Google Adwords – Ferramenta para criação de anúncios que serão exibidos totalmente realizados a busca realizadas através do Google. Esses anúncios serão destacados do resultado simples.


Font: www.ecommercenews.com.br