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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Carrinho de compras abandonado: como evitá-lo?


Em qualquer lugar do mundo, onde as negociações virtuais acontecem, o abandono de carrinhos de compra é o principal problema que as lojas virtuais enfrentam. Na internet, o tempo útil do carrinho é de 48 horas, podendo o cliente retornar à loja durante este período e retomar sua compra. Caso contrário, o carrinho é limpo e as informações apagadas.
Pesquisas realizadas neste sentido apontam que 88% das possíveis vendas online não são concretizadas, ou seja, os consumidores desistem de completar a negociação no meio do caminho. Os motivos para que esta atitude seja tomada são diversos, por exemplo:


• Preocupação com a segurança;


• Valor alto do produto;

• O valor do frete cobrado;

• A falta de parcelamento;

• A indisponibilidade de formas de pagamento.

Uma ferramenta muito relevante no sentido de entender em que ponto da loja o cliente deixa de seguir com a negociação é o Google Analytics. Esse recurso possibilita ao lojista acompanhar as páginas visitadas e distinguir de onde vêm os consumidores e em qual momento eles abandonam seu carrinho.
Confira abaixo algumas alternativas para reduzir a ocorrência de carrinhos abandonados sem explicação na loja:

1. Usabilidade. É fundamental que seu cliente consiga navegar em sua loja virtual sem dificuldades, especialmente, levando em consideração os novos consumidores que estão chegando ao comércio eletrônico. O segredo da usabilidade é descartar de sua loja virtual tudo aquilo que não é útil para o cliente e facilitar o processo de compra;

2. Objetividade. É essencial que todas as informações dispostas na loja sejam claras e diretas, facilitando ao máximo a experiência do cliente no empreendimento;

3. Disponibilidade. Quando o cliente clica no botão de compra de um determinado produto, é necessário que este produto esteja disponível no estoque da loja. Por isso, caso determinado item esteja em falta, avise o consumidor com antecedência e disponibilize um recurso de “Avise-me quando estiver disponível”;

4. Formas de pagamento. O perfil de clientes que se atende em uma loja virtual é muito distinto, por isso, é importante fornecer diversas formas de pagamento. Embora a maioria das compras online seja efetivada através de cartão de crédito, é sempre interessante oferecer a opção de boleto e transferência bancária, por exemplo;

5. Segurança. Como já dito, a preocupação com a segurança é um fator muito comum no e-commerce. Portanto, possuir selos de segurança na loja é indispensável e disponibilizá-lo em todas as páginas no processo da compra é garantia de mais confiança por parte do cliente;

Contudo, se por ventura, alguns carrinhos ainda forem abandonados em sua loja, não se desespere, pois, pesquisas apontam que há consumidores que apenas entram na loja buscando uma verificação de preços. Além disso, é possível encaixar uma ação de venda diferente a partir dessa situação: mandar um e-mail para o cliente possibilitando um atalho do carrinho que foi deixado por ele, com preços, novas condições e uma data de finalização para a oferta.

Esta é uma maneira de encantar o cliente, mostrando a ele que sua presença na loja não passa despercebida e que sua compra não representa apenas mais um número para a empresa, mas sim uma parceria de sucesso e satisfação.

Fonte: http://ecommercenews.com.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Google compra Motorola e ganha força para competir com Apple


“Compramos a Motorola para proteger o Android”, diz CEO do Google


        Larry Page, cofundador e CEO do Google

O meganegócio foi bem recebido pelos investidores. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, e o Ibovespa, em São Paulo, se valorizaram.
O mercado mundial de telefones celulares teve um negócio gigantesco anunciado nesta segunda-feira (15). A empresa Google comprou a divisão de celulares da Motorola por R$ 20 bilhões (US$ 12,5 bilhões),
Assim, a dona do mais popular site de buscas da internet passa a ser proprietária também de mais de 17 mil patentes de tecnologia sem fio. A Google, que desenvolve o sistema operacional de smartphones Android, ganha força para competir com outra gigante do setor: a Apple, criadora do iPhone e do sistema operacional IOS.
Esse meganegócio foi bem recebido pelos investidores. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, e o Ibovespa, em São Paulo, se valorizaram. Houve altas também nos mercados acionários europeus. No Brasil, o dólar fechou em queda, cotado a R$ 1,591.



Fonte: Jornal Nacional

Estudo analisa desempenho de anúncios em redes sociais



Um estudo de rastreamento ocular conduzido pelo EyeTrackShop sugeriu que caso o Google+ disponibilize as empresas um lugar para colocar anúncios em sua rede social, os usuários gastarão ao menos o mesmo tempo olhando para eles do que fariam em anúncios do Facebook.


A EyeTrackShop realizou o estudo na Suécia, e contou com 54 participantes que durante dois dias visualizaram as páginas iniciais do Facebook e do Google +, com o objetivo de determinar quais das duas redes sociais poderiam se tornar a melhor plataforma para publicidade.

O layout da página do Google +, que é similar ao do Facebook, tornou fácil para o EasyTrackShop criar um mock-up para averiguar como os anúncios da página funcionam ao olhar do usuário. Durante o estudo, o Google+ e o Facebook atraíram a atenção dos visitantes para o meio da página. De lá, o visualizador muda seu foco para a esquerda e para cima. Em seguida ele visualiza o topo da página da esquerda para a direita antes de seguir a coluna de anúncios à direita de cima para baixo.

Cerca de 50% dos participantes fixaram a visão em ao menos um dos anúncios do Facebook. De início, eles visualizam um anúncio por cerca de cinco segundos, para posteriormente fixar a visão durante um segundo em cada anúncio.

O teste concluiu que os anúncios colocados de maneira semelhante no Facebook e Google+ apresentaram resultados parecidos quanto ao movimento dos olhos.

O EyeTrackShop exibiu os anúncios durante 15 segundos. Os participantes demoraram cerca de cinco segundos para encontrar os anúncios na página, quando passaram para um segundo olhar. Anúncios nas duas redes sociais apresentaram resultados semelhantes.

“Nós pensamos que o Google está pronto para auferir grandes rendimentos com anúncios no Google+ e também dar aos anunciantes retornos superiores do que os de anúncios publicados no Facebook”, afirmou Jeff Bander, vice presidente sênior de serviços para clientes na EyeTrackShop, que anteriormente se chamava MRC International. “em um ponto de referência de 74%, apenas 53% deles visualizaram os anúncios do Facebook. Os consumidores também gastaram menos tempo olhando aos anúncios do Facebook”.

A plataforma de rastreamento online de anúncios da EyeTrackShop dá as agências de publicidade, profissionais do marketing e empresas em geral informações acerca da eficiência  de seus anúncios. Os participantes podem optar por realizar o estudo em qualquer computador equipado com uma webcam, que a plataforma utilizará para determinar o movimento dos olhos.

Através da câmera, a plataforma tira 20 quadros por segundo de fotos dos olhos. O visitante do site vê o layout da página por uma quantidade de tempo predeterminada. No estudo das redes sociais, os participantes visualizaram as páginas durante 15 segundos. Os resultados divulgados em 48 horas.

Fonte: http://ecommercenews.com.br/

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Seis regras essenciais para incrementar o e-commerce das pequenas e médias empresas


Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir neste canal de vendas


Se as previsões da e-Bit (empresa provedora de informações sobre o e-commerce no Brasil) se confirmarem, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.


Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir neste canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.

Recebo semanalmente várias solicitações de empresários dos mais diversos segmentos interessados em investir em soluções de e-commerce. Todos querem saber todos os detalhes sobre os recursos da plataforma, segurança, gestão dos estoques, sistema de pagamentos, atualização de produtos, preço e prazo de implementação. Ninguém pergunta sobre como promover a loja ou atrair consumidores. Poucos se mostram interessados quando eu faço esse questionamento, como se estivesse falando sobre um assunto sem relação nenhuma com o que precisam.

A preocupação com a promoção e a publicidade só aparece em um segundo momento, quando a loja já está no ar mas sem o índice de visitações nem de compras esperado. É quando surgem também as dúvidas: o que estou fazendo de errado? Por que meu concorrente vende mais? Por que a loja dele aparece na frente da minha no Google? Mas até chegar a este ponto a empresa talvez já tenha perdido tempo e dinheiro que poderiam ter sido investidos na promoção e publicidade que a diferenciariam.

Conscientizar-se de que o "aparecer" é tão importante quanto o "estar" na internet é o maior desafio da PME para tornar sua operação de e-commerce relevante para os negócios. Afinal, de pouco adianta ter uma loja bem estruturada se o cliente não sabe que ela existe.

Outro engano comum é considerar que basta investir em publicidade para aparecer e ter retorno. A loja pode até se tornar conhecida, mas será que isso é suficiente para persuadir o potencial cliente a comprar?

Para começar a resolver estas questões de destacar sua operação de e-commerce no mercado, há seis pontos essenciais que precisam ser levados me consideração:

1. Aprenda como o seu cliente pensa: Atualmente as empresas medem resultados usando apenas dois indicadores: taxa de conversão e número de transações. É uma forma muito limitada de avaliação pois é como se observasse apenas a ponta de um iceberg. Na verdade o consumidor passa por várias etapas para realizar uma compra na internet. Ele pesquisa produtos, marcas e preços, escolhe e compara as condições oferecidas pelas lojas, busca opinião de outros clientes na própria loja ou nas redes sociais. E cada um desses procedimentos tem peso em sua decisão em relação à escolha do item e da loja que vai preferir.

2. Domine os fatores-chave de sucesso: Fator-chave de sucesso é o aspecto essencial para um negócio ser bem sucedido em sua área de atuação. No e-commerce, três fatores-chave são preço competitivo, prazo de entrega e comodidade para pagamento. Sem eles não há chance de concorrer no mercado, então invista para estar pelo menos no mesmo patamar que os seus concorrentes nestes indicadores.

Aproveite todas as oportunidades de contato com o cliente para medir o seu grau de satisfação nestes três aspectos por meio de uma rápida enquete e aprimore seus fatores-chave de sucesso.

3. Crie um diferencial: Se a sua empresa se destacar em um ou mais fatores-chave de sucesso em relação aos concorrentes e ao mercado em geral, parabéns. Você obteve um diferencial e deve explorá-lo para se tornar uma referência e atrair consumidores para a sua loja. Oferece o preço mais baixo, a entrega mais rápida ou as melhores condições de pagamento do mercado? Não tenha vergonha de escancarar estes benefícios no site.

Mesmo não sendo o mais barato, o mais rápido ou que aceita qualquer pagamento, sua empresa pode criar um diferencial. Pode ser a única em seu segmento a ter maior variedade de uma determinada categoria, oferecer produtos exclusivos, fazer as promoções mais criativas.

Avalie o mercado, perfil do seu público-alvo e a sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar.

4. Marque presença na internet: Até aqui você se dedicou a criar bons motivos para os consumidores visitarem e comprarem na sua loja. Agora precisamos divulgar que ela existe e a melhor forma de fazer isso é por meio da publicidade online. O primeiro passo é investir onde poderá se encontrado com mais facilidade: em buscadores como Google, Yahoo! e MSN Bing. Afinal, a primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando precisa de alguma coisa na internet é acessar um desses sites. Estar nas primeiras colocações das pesquisas significa grandes chances de atrair clientes em potencial para o seu site.

Há duas formas de fazer isso. Na chamada otimização em sites de busca (SEO), a aplicação de uma série de técnicas fazem seu site ser visto como mais relevante em relação a outros e assim conseguir as melhores colocações na pesquisa de uma determinada palavra-chave. Na publicidade em sites de busca (SEM), você investe em links patrocinados (um tipo de classificado ao lado dos resultados da pesquisa) ou redes de conteúdo (seus anúncios aparecem junto com o conteúdo relacionado aos seus produtos em sites, blogs e portais parceiros do buscador.

Há diversas formas de publicidade online, mas o SEM e o SEO são as mais indicadas para começar a promover a sua loja.

5. Relacione-se com seus clientes: Mesmo que esteja interessado em um produto, você já sai comprando na primeira abordagem do vendedor? É muito provável que não. Porém, no papel de vendedor da loja virtual, é isso que você espera de todo visitante que entra no seu site, não é mesmo?

Até agora viemos preparando o terreno. A pessoa pesquisou pelo produto, encontrou o seu site, achou o diferencial interessante e resolver visitá-lo. Gostou das ofertas, dos produtos e das informações e...resolveu não comprar desta vez. O que você faz?

Se for um bom e atencioso vendedor, mesmo se depois de toda sua ajuda o cliente optou por não efetivar a compra, você deixou o seu cartão para ele se lembrar da loja. Podemos fazer o mesmo por meio da newsletter. No e-commerce, o e-mail de um cliente vale ouro. Tenha ou não feito a compra no momento, ao deixar o seu e-mail para receber a newsletter ele está autorizando você a estabelecer um relacionamento com a sua loja.

Por isso o e-mail marketing é considerado hoje como a principal ferramenta de relacionamento com os consumidores. Desde que, é claro, seja bem utilizada. Para gerar resultados efetivos, esqueças as listas e as mensagens genéricas que só geram spams para se dedicar a construir uma base de e-mails de pessoas realmente interessadas nas ofertas da sua loja. Use ferramentas de disparo de e-mails que forneçam relatórios pormenorizados. Monitore o que as pessoas se interessaram, faça uma segmentação e personalize suas mensagens de acordo com esses interesses.

É muito mais trabalhoso, mas os resultados compensam. No Brasil, há casos de empresas que aumentaram a taxa de cliques por e-mail aberto (indicador de interesse pelas ofertas) de 0,2% para 19%.

Tenha consciência de que e-mail marketing é uma forma de relacionamento e não venda direta. Invista em uma base de dados e em tecnologias que possibilitem transformar esse relacionamento em vendas, e não em spams.

6. Aprenda com os líderes de mercado: Acompanhe sistematicamente os grandes portais de e-commerce tanto no Brasil quanto no exterior. Assine as newsletters, siga-as nas redes sociais, visite e navegue nos sites semanalmente em busca de novidades.

Estas empresas investem pesadamente no aprimoramento da usabilidade, em novos recursos e formas de relacionamento e, se você souber avaliar, podem ser uma excelente fonte de aprendizado para a sua própria loja.

Fonte: www.administradores.com.br