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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Segurança em dispositivos móveis corporativos

Apenas uma minoria de usuários que realiza atividades muito específicas necessitará de um PC


O mercado de aparelhos celulares não pára de crescer no Brasil. Já ultrapassamos 220,3 milhões de linhas móveis em funcionamento, de acordo com dados da Anatel. Destes, quase 13 milhões são smartphones. E devemos fechar 2011 com pelo menos mais 10 milhões de novos aparelhos adicionados à base. Já os tablets vêm revolucionando a indústria e o Brasil não tardará a ser um dos grandes mercados para esse tipo de dispositivo.

Uma pesquisa divulgada recentemente pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) prevê que 95% dos PCs serão gradativamente substituídos por smartphones e tablets. Apenas uma minoria de usuários que realiza atividades muito específicas necessitará de um PC. Por conta de sua facilidade de acesso à internet, leitura de emails, edição de documentos, captura e edição de fotos e vídeos, além de games e outros inúmeros aplicativos, os smartphones e tablets são cada vez mais utilizados no universo corporativo. Com a velocidade da informação dos dias atuais, o tempo passou a ter um forte componente estratégico para tomada de decisão e essas ferramentas proporcionam ao usuário ampla mobilidade, rápido acesso à informação e, com isso, a possibilidade de aumento de produtividade.

Tudo seria perfeito não fosse o risco que estes equipamentos oferecem do ponto de vista de segurança da informação, talvez até mais que os 'velhos' PCs. Os criminosos cibernéticos também descobriram esse filão, percebendo que ao invadir esses dispositivos eles podem ter acesso a informações valiosas, como dados cadastrais, senhas, números de contas bancárias, cartões de crédito, códigos de segurança etc. Não é raro utilizarmos nosso dispositivo móvel para acessarmos o banco e consultarmos saldo, realizarmos pagamentos, efetuarmos cadastros em sites, entre outras tarefas na web que até então só executávamos a partir de nossos PCs. No entanto, a essa nova forma de acessar a informação estão associadas algumas vulnerabilidades, tais como vírus, malwares, spywares, além do próprio risco de roubo, furto ou uma simples quebra do aparelho.

Infelizmente, a maioria dos usuários de dispositivos móveis ainda não está ciente dos riscos e ameaças virtuais que afetam esses equipamentos. Como os sistemas operacionais não são imunes a ataques virtuais, é bom atentar para algumas dicas básicas, mas que podem evitar prejuízos financeiros e em termos de imagem, tanto para você quanto para sua empresa:

Mantenha seu sistema atualizado

Um sistema operacional atualizado permite que você aproveite ao máximo os recursos do equipamento ao mesmo tempo em que protege sua informação. Evite falhas de segurança ou vulnerabilidades mantendo sempre atualizado o software em seu dispositivo móvel.

Combinação antivírus e backup

Ao adquirir um lote de equipamentos para os funcionários de sua empresa é importante que o gestor de TI contemple também um pacote de segurança que combine antivírus e backup.

 Solução anti-roubo

Uma solução de segurança confiável protege os dados contidos no equipamento contra pragas virtuais, além de permitir a localização do aparelho em caso de perda ou roubo. Soluções como essa permitem ainda que a empresa possa bloquear ou mesmo apagar totalmente os conteúdos armazenados no aparelho.

Cuidado ao clicar em links desconhecidos

É comum recebermos emails com ofertas simulando o contato de uma fonte confiável (banco, loja, operadora de telefonia). Conhecido como ataque 'phishing', ele induz o usuário a clicar em links, que na verdade irão direcioná-lo para sites maliciosos, onde os dados serão coletados para roubo de informações de cartão de crédito, por exemplo. Sempre verifique se o site começa com "https" antes de digitar informações pessoais e verifique também se o mesmo possui Certificado Digital SSL. Se desconfiar, não abra!

Evite efetuar transações bancárias em redes públicas

Tenha em mente que a rede Wi-Fi na qual seu celular ou tablet está conectado pode não ser segura. Limite sua atividade de navegação nestas redes e evite fazer qualquer transação eletrônica que inclua informações e senhas de sua conta bancária, assim como dados cadastrais e outras informações de cunho pessoal.

Cuidados nas redes sociais

Utilize os critérios de filtro das redes sociais para acessá-la via dispositivo móvel. Evite se expor demais. Uma estatística interessante sobre o Facebook: em geral a média de amigos que um usuário possui é de 120 contatos. Logo, um dado postado na rede social é transmitido a 120 pessoas. Se a informação for postada por um dos usuários para outros 120 contatos e assim sucessivamente, após três saltos na cadeia essa informação terá sido acessada por 1,73 milhão de pessoas. Logo, antes de postar mensagens em sua página, pense se realmente não haverá problemas que outras pessoas acessem esse conteúdo.

Baixe aplicativos de fonte segura

Mesmo utilizando o dispositivo para tarefas profissionais, é comum termos em nosso smartphone ou tablet uma quantidade razoável de aplicativos. Existem muitos tipos de apps, sendo que alguns são oferecidos de forma independente, sem mecanismos de controle dos canais de venda. Utilize lojas de aplicativos de empresas reconhecidas no mercado. Caso queira baixar um aplicativo de um terceiro, faça uma pesquisa prévia e verifique se é confiável.

Avalie bem quais são os dados de acesso solicitados por cada aplicativo

Alguns aplicativos podem requerer acesso a seus dados ou informações pessoais. Seja cauteloso com o acesso que está fora do escopo ou da proposta do aplicativo. Por exemplo, um game não precisa ter acesso a SMS, chamadas realizadas, agenda de contatos e arquivos do sistema. Caso um aplicativo como este solicite esse tipo de acesso, desconfie. Caso tenha alguma dúvida sobre o aplicativo, não o instale.

Ascold Szymanskyj - é Vice-Presidente de Vendas e Operações da F-Secure para a América Latina 

Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

E-commerce deve faturar R$ 740 milhões no Dia das Crianças

Diretora da PlugIdeias, Norma David, lembra que período é propício para entrar no mercado virtual

O Dia das Crianças promete ser agitado para quem possui ou deseja abrir uma loja virtual. De acordo com o e-bit, site especializado em e-commerce (comércio eletrônico) no Brasil, o segmento de lojas virtuais deverá faturar R$ 740 milhões na data comemorativa deste mês de outubro. 

O número é 20% maior se comparado ao mesmo período de 2010, que teve faturamento de R$ 615 milhões. Segundo o e-bit, o valor médio das compras deve girar em torno de R$ 345. Para esse ano, a expectativa é que sejam destaques em vendas os produtos de informática, eletrônicos, além dos brinquedos e vídeo games. Em 2010, os brinquedos e games foram os itens que mais impulsionaram o resultado. 

A diretora da PlugIdeias (do Grupo Webp@n), agência especializada em Consultoria e Marketing Digital e especialista em tendências virtuais, Norma David, orienta que momento é bom para entrar no comércio eletrônico. “Quem investir nesse tipo de serviço agora, poderá se dar bem e manter seu negócio virtual com bom retorno”, afirmou. Porém, Norma lembra que tudo deve ser feito com um bom planejamento. “Muitos aventureiros entram no mercado de lojas virtuais e não conseguem o resultado desejado por falta de estratégias e marketing digital.” 

PlugIdeias

A PlugIdeias é integrante do Grupo WebP@n, e atua nas áreas de Marketing Estratégico Digital, Multimídia, Eventos Empresariais, Consultoria e Design. O grupo também conta com a WebPan, agência especializada em desenvolvimento de produtos digitais. 

Norma David é formada pela Faculdade Impacta em Tecnologia de Mídia Digital e atua há mais de dez anos na área de Internet e tendências virtuais. Norma já desenvolveu mais de 200 projetos web, entre eles sites institucionais, portais, e-commerce, intranets, sistemas para internet e comunidades virtuais. 

Google lança selo para sites de E-Commerce



O Google comunicou nesta segunda-feira o lançamento de um novo produto voltado para o setor de e-commerce, o Trusted Stores, um selo que promete tornar transparente e atestar a qualidade das operações de lojistas virtuais.


A empresa diz que o novo produto visa permitir que consumidores se sintam confiantes em realizar uma compra online, bem como destacar os varejistas que atendam aos requisitos pré-estabelecidos pelo programa, entre eles estão: alta porcentagem de problemas resolvidos; baixo número de consumidores aguardando a solução de um problema; resolver os problemas dos clientes com agilidade; entregar mercadorias nos prazos estabelecidos, ter um período estimado para a entrega relativamente baixo, entre outros.

Através do selo Trusted Stores os consumidores podem visualizar uma série de dados estatísticos relativos à confiabilidade do varejista, o que permite saber se ele é eficaz no transporte de mercadorias, atendimento ao cliente além de expor o número de transações realizadas. De acordo com o Blog do Google, para participar do programa o comerciantes devem compartilhar voluntariamente dados sobre as remessas e atendimento ao cliente.

“Para continuar a exibir nosso selo, os comerciantes devem possuir uma elevada porcentagem de envio dentro do período acordado e oferecer prazos de entrega curtos”

Além disso, através do “Google Purchase Protection” os consumidores podem contar com a ajuda do Google para resolver problemas que não puderam ser solucionados diretamente com os comerciantes. Em alguns casos, o Google vai oferecer reembolsos de até 1.000 dólares. No entanto, este recurso vale somente para compras realizadas nos Estados Unidos e não oferece cobertura para determinados tipos de mercadorias e problemas. O Google diz que este serviço não tem objetivo de substituir uma garantia, mas mostrar quem são os ”bons e maus lojistas”.

O Google também informou recentemente o lançamento de outros produtos que visam atender a demanda de profissionais de e-commerce, como o Google Analytics Real-Time, que permite analisar os visitantes do site em tempo real e uma versão paga do Google Analytics, que oferece um maior poder de processamento de dados para sites com tráfego acima de 10 milhões de visitantes diários, e deve custar em torno de 150.000 dólares/ano.

Fonte: http://ecommercenews.com.br

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

As redes sociais são o melhor instrumento para novos negócios?

É preciso cuidado ao postar mensagens nas redes





As redes sociais são muito mais do que uma tendência. O Twitter foi o principal 



instrumento de comunicação e organização da "Primavera Árabe" e de outros episódios recentes. O Facebook já conquistou milhões de usuários e sua influência é reconhecida e apregoada por todos. As pessoas utilizam as novas mídias tanto para o entretenimento, como para realizar novos negócios. A Wikipedia nos mostrou que as pessoas além de buscar informações, desejam compartilhá-las.


Mas não foram todos os costumes tradicionais que desapareceram. É preciso cuidado ao postar mensagens nas redes. O congressista Anthony Wiener (EUA) não foi a primeira pessoa pública a ter a sua reputação incinerada pelo uso do Twitter, com a publicação de fotos inapropriadas.

Portanto, foi com interesse que li a pesquisa da Regus, realizada com 17 mil executivos de 80 países, que mostrou as redes sociais como uma ferramenta importante para o sucesso. Entretanto, existe muita discrepância entre os vários países. As empresas na China e Índia são as que mais utilizam as redes para conseguir novos clientes (65% e 61%, respectivamente), o que representa um aumento significativo quando comparado há um ano. Já a média global é de 47%, ante os 40% de 2010. De todos, os japoneses são os mais céticos com a ideia de conquistar novos negócios por meio das redes sociais: apenas 23% ante 30% no ano passado.

Outra precaução: 61% dos entrevistados declararam que as empresas não seriam bem-sucedidas se utilizassem apenas as redes sociais e as campanhas online, e excluíssem outros métodos. Embora 35% das empresas planejem um orçamento maior destinado as atividades em redes sociais, elas ainda são minoria.

As mídias sociais não são a resposta para tudo, uma vez que são imprevisíveis em suas repercussões. Na China, com a censura, o mundo virtual é previsível. Contudo, os chineses têm a Renren, a sua própria versão análoga ao Facebook, popular entre os estudantes. Além de ser o território da Kaixin, uma rede dedicada a executivos. É claro que referências a temas controversos são proibidos, mas o poder de disseminação das redes é inegável mesmo entre os chineses. De qualquer forma, a censura é inviável para os negócios.

Qual é o caminho? Todos devemos ter um perfil no Facebook, no Twitter ou no LinkedIn? A colaboração é a única forma de fazer negócios hoje? De jeito nenhum.

Você entra nas redes se quiser. As mídias estabelecem conexões, e quanto mais conexões, maior será a sua abertura para novas ideias e maior será a sua visão para prevenir o surgimento de problemas. O limite de conexões é determinado pela capacidade das pessoas de estabelecerem essas conexões. E as grandes decisões continuam sendo feitas por pessoas.

Fonte: www.administradores.com.br