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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Por que tematizar minha loja virtual?

Há no Brasil, diversas datas especiais que movimentam a economia do país no decorrer do ano. Elevando o faturamento e as vendas em todas as áreas comerciais, as principais datas estabelecidas são o Dia das Mães, o Dia dos Namorados, o Dia dos Pais, o Dia das Crianças e, principalmente, o Natal.

É importante destacar que se uma loja virtual investir apenas nessas cinco datas especiais, já haverá diversas ações para desenvolver em um ano, sem contar as promoções fora de época e as inovações que são sempre bem-vindas diante do público consumidor.

No entanto, queremos destacar a parte gráfica das lojas virtuais. Pois, as vendas virtuais aumentam durante os períodos sazonais, mas não de qualquer forma ou à toa. Os resultados positivos em datas comemorativas chegam para as lojas que se preparam para este período e conquistam o consumidor com suas promoções, produtos, descontos e design.

Tematizar a loja virtual em períodos comemorativos é atraente e torna seu empreendimento dinâmico para os consumidores de sua loja. Em pouco tempo, os clientes criarão o hábito de conferir como sua loja está preparada para as comemorações e quais as ofertas para esses períodos.

Investir na personalização do layout, em banners comemorativos e em e-mails marketing customizados é uma forma capaz de gerar grande aumento de tráfego em seu empreendimento online, principalmente, se essas ferramentas forem disponibilizadas para alcançar o público em datas especiais.

Nesse sentido, sugerimos o desenvolvimento de um calendário com todas as datas que se deseja trabalhar durante o ano, sem contar a necessidade de um planejamento para estabelecer com antecedência todas as ações, visando não perder nenhuma chance de negociação.

Não deixe as oportunidades passarem. Prepare seu e-commerce e se estabeleça diante do e-consumidor sendo uma loja preparada para atendê-lo em todas as ocasiões. Boas vendas!

Fonte: ecommercenews.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Capriche na…

Hoje em dia, com sites competindo ferozmente por cada clique dos usuários, encontrar formas de melhorar a performance da sua loja se torna uma tarefa extremamente analítica. Posicionamento de banners e diferentes call-to-action podem fazer a diferença. Por essas razões, mergulhamos tão a fundo em estratégias online a ponto de esquecer conceitos básicos do varejo offline, e acabamos por esquecer de analisar o que pode fazer a diferença na hora de vender um produto, que a é a imagem dele.

Seu site é lindo, a navegabilidade é ótima, seus banners comunicam bem e são realmente clicados. Mas o que seu cliente quer ver em sua loja é o produto que ele busca. O primeiro contato que ele terá com esse produto vai ser através da foto que você escolheu para representá-lo.  Aqui não temos vendedores para mostrar opções de cores, detalhes e diferenciais. Quem vai vender é a própria foto. E a descrição também. E as resenhas. E os vídeos. Mas aí já é assunto para outro post.

Erros graves. Não existe situação mais frustrante para um consumidor do que não conseguir ver detalhes do produto que ele tanto quer. Existem três formas para o varejista alcançar este “feito”: foto em baixa qualidade, foto sem zoom, foto de somente um ângulo do produto. De que adianta ver a foto de um celular se eu não tenho noção da espessura dele? Já tentei comprar um azeite que não possuía o grau de acidez na descrição. Não consegui ver na garrafa por falta de zoom. Se essas situações são frustrantes, imagina uma foto de produto danificado, sem tratamento da imagem, com foto trocada, sem foto e tem até aqueles que são um desenho e não uma foto. Imperdoável.

Quem tira as próprias fotos está na frente. Não depende das fotos do fabricante. Explora ângulos e capricha na resolução. Um tênis visto por cima, posicionado na diagonal, “ocupa” mais pixels na imagem (ou seja, fica maior, com mais detalhes e o arquivo mantém-se com o mesmo tamanho) do que um tênis visto na horizontal. São detalhes que fazem a diferença. Produtos ambientados humanizam e ajudam o cliente a visualizá-lo em seu próprio contexto. Foque nos diferenciais. Mostre o acabamento do sapato, a espessura do celular, como aquela bolsa pode ser usada, e por aí vai. Eventualmente você vai descobrir que tipo de foto vende melhor.

Fonte: ecommercenews.com.br

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Compras Coletivas podem Ajudar uma Loja Virtual

As compras coletivas já se mostraram nas maiores dos casos um canal de sucesso de vendas, porque esses portais conseguiram criar um grau de atratividade elevado e público receptor maciço. Em questão de minutos uma oferta pode ser divulgada para milhões de pessoas e com isso, criar o interesse de consumo dependendo da composição da promoção.

A questão chave é como fazer uma loja virtual que contém uma gama grande de produtos, possa beneficiar das vantagens desse canal e mesmo assim continuar focando o lucro das vendas? É simples, basta que sigamos algumas regras que precisam ser observadas no momento da entrada no mundo de compras coletivas, sendo elas:

Os produtos que serão ofertados deverão conter uma boa margem de lucratividade, para que seja possível reduzir drasticamente esse lucro a níveis mínimos e assim garantir um preço baixíssimo e ao mesmo tempo com um mínimo de receita positiva, mesmo com as taxas do portal.
Os produtos que forem ofertados devem conter um largo estoque em disponibilidade imediata, porque caso a oferta seja realmente interessante para o publico, não é possível dimensionar o número final de vendas e muito menos bloquear, visto que uma vez a oferta anunciada ela tem um tempo mínimo de vida.
Parte do lucro que está sendo abdicado deve ser considerado como investimento em marketing em divulgação da loja, porque graças ao potencial dos portais de compra coletiva, a loja virtual deverá receber possíveis clientes em larga escala num curto espaço de tempo.
A loja virtual deverá estar preparada para uma avalanche de acessos e num primeiro momento serão somente acessos, poucas ou nenhuma de venda originadas desse fluxo. Porque os clientes estarão somente atrás de informações sobre o produto anunciado ou mesmo a loja. Só no segundo momento, após a concretização da venda do cupom é que serão revertidas as vendas.
[Regra de Ouro] Os cupons que forem gerados provenientes das vendas realizadas nos portais de compras coletivas, devem ser inseridos na loja virtual, onde somente seja possível ser resgatado para os produtos pertencentes à promoção anunciada. Dessa forma será possível garantir que não haverá perca de lucratividade porque os demais produtos da loja virtual que contenham margens diferenciadas não serão afetados.
Em se tratando da regra de ouro, algumas plataformas já estão preparadas para esse cenário, é o caso da plataforma Orçamento NET que cria lojas virtuais com essa tecnologia incorporada diretamente em seu sistema.

Seguindo estas regras básicas, será possível utilizar as compras coletivas perfeitamente junto ao comércio eletrônico, garantido assim além do investimento em divulgação da loja, o aumento de vendas diretas e indiretas, obtenção de novas carteiras de clientes e o principal, aumento do resultado positivo no fluxo de caixa da loja virtual.


Fonte: ecommercenews.com.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Investimentos no e-commerce em 2012

Este ano começou com uma grande dúvida em relação aos investimentos no e-commerce. A razão é muito simples, a incertezas em relação ao futuro econômico da Europa colocam nuvens negras sobre o cenário de qualquer projeção. Em relação ao e-commerce a situação não é diferente, embora amenizada pelo forte desempenho do setor nos últimos anos.

A possibilidade de uma quebra ou forte abalo da confiança dos investidores em relação ao Euro e consequentemente uma crise econômica de proporção global insere um ponto de interrogação em qualquer cenário para o e-commerce em 2012, mas devemos analisar a situação brasileira no caso do e-commerce.

Os cenários para investimentos no e-commerce

Podemos trabalhar com dois cenários distintos e antagônicos. No primeiro, teríamos uma solução para os atuais problemas europeus e o ano seria de crescimento moderado da economia em função de uma desaceleração nas economias europeias em função de ajustes necessários para a retomada do crescimento.  Neste cenário, os investimentos no e-commerce em 2012 no Brasil continuariam em seu ritmo acelerado – taxa histórica de 35% ao ano no Brasil.

Portanto, se tudo der certo e o calendário Maia estiver errado em sua previsão do fim do mundo em 2012, teremos um final de ano de comemoração como tem ocorrido a 8 anos consecutivos de crescimento no e-commerce nacional.

O segundo cenário, a crise europeia se agravaria e uma recessão global se instalaria. Nesse caso, é de se esperar uma retração do mercado em função das incertezas o que acarretaria o engavetamento dos projetos de e-commerce em andamento. É um cenário que preocupa, mas um velho conhecido do comércio eletrônico brasileiro. Os investimentos no e-commerce passaram por um momento desse recentemente e não se sairam mal.

As crises e seus reflexos nos investimentos no e-commerce

As crises econômicas já são conhecidas do comércio eletrônico nacional. Em 2009, mesmo diante da forte crise gerada pela quebradeira bancária iniciada em outubro de 2008, o e-commerce nacional saiu-se muito bem com uma taxa de crescimento de 30% com um faturamento de R$ 13,6 bilhões. A grande vantagem do e-commerce brasileiro é que ele ainda é incipiente e por isso seu crescimento tende a sofrer menos nessas situações. Em 2009 vimos uma retração do mercado no primeiro semestre, mas seguida de uma forte retomada no semestre seguinte.

Uma das características da economia digital é sua forte capacidade de recuperação. Como os investimentos no setor, com exceção da capacitação de pessoal, não dependem de um prazo de maturação muito grande, a resposta é muito rápida. Foi o que vimos em 2009 e certamente veremos em 2012 no caso de uma crise vir a se instalar.

Uma outra vacina do e-commerce nacional é sua forte concentração no mercado interno o que nos daria uma certa blindagem em relação a retração do mercado internacional.

O impacto sobre os investimentos no e-commerce não seria tão grande principalmente para as lojas virtuais com foco nas classes C e D que ainda contam com uma demanda reprimida muito grande e acesso fácil ao crédito via cartões e outros mecanismos de financiamento pessoal.

Em nossa consultoria estamos trabalhando com um cenário de precaução, dando maior ênfase aos fundamentos do negócio como treinamento de pessoal e aperfeiçoamento dos processos internos de forma a capacitar as operações de e-commerce sob nossa orientação a uma retomada mais acelerada do faturamento no segundo semestre de 2012.

Fonte: ecommercenews.com.br